Por favor, NÃO faça silêncio.

09:22

Por Débora Queirós

Enquanto penso em algo novo para escrever, a listinha do Word continua piscando incansavelmente, esperando um tema bom o bastante para ser relatado. Porque era tão mais fácil expor meus pensamentos em palavras antes? Onde foi parar a ponte direta que ligava esses dois artifícios? Costumava me relacionar com os dois tão bem. Já hoje, quando penso em “jogar tudo pra fora” logo me esquivo, imaginando se já não escrevi sobre isso de várias maneiras diferentes e acabo deitando na cama, com o travesseiro no rosto e as palavras embaralhadas na mente.

Algumas vezes rabisco palavras-chaves na folha de caderno e letras de músicas fazem o papel da trilha sonora. Sinto-me como um vídeo clipe, as imagens sendo movimentadas na cabeça, a música de fundo e nenhuma atitude. Nenhuma palavra. Um silêncio ensurdecedor. Bem contraditório, eu sei. Mas não a definição mais adequada para classificar o que se passa por dentro. Da mente. Do coração. Da alma.

Que o mais rápido possível, nós possamos andar juntas novamente.
Continuarei esperando.

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