Na Trilha da Esperança

14:20

Por Débora Queirós

Chegou a hora que eu paro tudo no computador e venho me dedicar ao meu amor maior. Como vocês podem ver -eu voooooltei- ontem, mas como tinha que resolver umas coisas nem deu pra marcar presença aqui. Então vou contar tudo que aconteceu nesses últimos dias, que acabaram me surpreendendo bastante e foi pra melhor viu?
 
De inicio não ia por conta que meus amigos desistiram de ultima hora, mas conversando com minha mãe ela me incentivou a ir e conhecer outras pessoas, novas amizades. E foi bem isso que aconteceu. Cheguei ao local de acampamento (Ubajara-CE) e na hora de montar as barracas, acabamos ficando sem espaço e nos transferimos para o subúrbio (lage) uma barraca feminina, outra masculina e três de uma pessoa, tinha coisa melhor?
 
Na sexta foi quando as coisas começaram a desandar pra valer, uma chuva interminável deixou tudo alagado, com muita lama, quedas incontáveis (oi, eu cai de joelhos e meu ÚNICO tênis encharcou por completo) e minha jaqueta mais quente ficou ensopada. Pronto, bastou pra eu querer ir embora na mesma hora, mas nem tinha como, então, depois de um belo banho, arranjar uma jaqueta quente e a lama enderucer um pouco, nos reunimos (na lage) e dissemos que já que não teria jeito, tentaríamos aproveitar o máximo possível e que seria bom se nós fizéssemos acontecer e pronto, tudo começou a melhorar.
 
A programação foi super especial, uma santa ceia foi realizada com aqueles milhares de jovens e muitas almas foram entregues ao papai do céu. (E o Jônatas chegou no acamps) E como nossas coisas estavam bem úmidas, conseguimos dormir no quarto da tia Tati e Geimes no hotel, vocês não tem idéia da felicidade (quentinho).
 
Sábado pela manhã fizemos uma passeata distribuindo um livro pelo centro da cidade. Muita animação, muita gritaria, muito louvor, muita HOOOLA, muitas risadas e muitas bênçãos (16 km percorridos).
 
Outra coisa, conheci a Taiane (que cuida da tag de talentos) pessoalmente e alguns amigos também estavam lá, meus lindos.
 A noite foi a “festa do relacionamento” camisas eram simbolizadas como seu status.
VERDE = SOLTEIRO
VERMELHO = NAMORANDO
AMARELO = DE OLHO EM ALGUÉM
PRETO = CASADO
O lado ruim? Na hora que os casais tinham que falar coisas românticas e fofissidade –q lá estava eu forever alone só com o pensamento no amor :( fazer o que né. Vergonha alheia quem passou foram os solteiros, todos foram na frente e tiveram que conhecer cinco garotas diferentes, nós só víamos as pessoas saindo para um catinho, lala.
 
 
Domingo fizemos uma trilha no Parque de Ubajara, como já havíamos descido no bondinho e conhecido a gruta, o povo aventureiro resolveu fazer uma caminhada de mais 6 km (no total) para conhecer as cachoeiras, confesso, valeu muito a pena. O lugar era simplesmente MARAVILHOSO.
 
Hora da despedida, pastor chorando e uma multidão de jovens se abraçando. É, eu passei o tempo dizendo quão devagar estava passando, mas eu acabei conhecendo pessoas ótimas e deixando umas besteiras de lado e aproveitando o melhor que a vida poderia me oferecer.
 
Acampamento desmontado, malas arrumadas, ônibus no local e adeus
V Campori Jovens da Associação Costa Norte.
Até 2012 em Chapada da Diamantina na Bahia.

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