Considerações sobre a minha preguiça.

09:55

Por Andy Rodrigues
Bom, não sei quanto a vocês, mas eu sem dúvidas sou alguém totalmente entregue ao ócio. Não, isso não é algo do qual eu possa me orgulhar, até porque não é nada agradável ouvir por aí as pessoas reclamando sobre o meu eterno relaxamento. Sou daquelas que chega, se joga e morre. Fim. É isso aí. Tenho vontade de fazer as coisas, desde ler um livro inteiro em menos de um dia à fazer um post para o blog, por exemplo. Mas como eu costumo dizer “ela” não deixa. Ela quem? Minha preguiça é claro. Quem me conhece, sabe que já trato essa minha tendência ao “ato de fazer porra nenhuma” como alguém. Sim, personificou-se.
Alguns, como a minha mãe, sempre dizem “Nossa garota, que feio. Isso é coisa do capeta.” Desde já eu digo que não tenho argumentos quanto à essa – horrorosa – afirmação. Mas como já disse antes, essa minha companheira não é “alguém” do qual eu tenha orgulho. Trabalhos, deveres, livros... Todas tarefas interminadas, esperando por um lampejo de força de vontade para serem enfim, acabadas. Ou pelo menos começadas, por assim dizer. E lógico, sempre são feitos de última hora.
O fato é, o que deveria de fato fazer? Lutar contra a minha própria natureza? Sim! Claro que é essa a resposta correta. Preguiça não é algo bom, não faz bem à ninguém. Tanto que ao fim desse texto esperava ter argumentos para afastá-la de mim. Mas, ainda tenho tempo pra isso, depois eu faço...

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